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NÃO QUERO AO MEU LADO

Este texto é uma carta que recebi e fui autorizada a compartilhar e devido o sigilo, nomes e alguns detalhes não serão mencionados. O objetivo da autora foi desabafar e “mostrar” à outras mulheres que não estão sozinhas com seus sentimentos.

“Não quero ao meu lado, alguém que não lutou por nós, que não buscou ajuda e muitas vezes lhe pedi que procurasse por si e por nós.

Não quero ao meu lado, alguém que me chama de instável e acha que sou louca; pois quantas vezes você me disse que eu era seu porto seguro, quantas vezes eu segurei as pontas de suas crises emocionais, de suas neuras e outras coisas.

A cada neurose buscava seu porto seguro:EU.

Apoiei-te, incentive-te, fui sua amiga, médica, psicóloga, substituta, administradora, cozinheira, empregada, diarista, motorista, mulher e mãe. Não te bastou.

Não quero ao meu lado alguém que sempre me faz sentir culpada, que rasteja para conseguir desculpas, que não assume sua fraqueza e não sabe pedir desculpas. Orgulhoso e arrogante.

Não quero ao meu lado uma pessoa que faça coisas escondidas, que tenha conversas escondidas, a ponto de seus amigos que procurarem para comentar algo tendo a certeza de que eu sabia, sempre confiei em você. ME LASQUEI.

Não quero ao meu lado um mentiroso e você tornou-se um. Promessas jamais cumpridas. Hoje tenho medo de você. Não o conheço e admito que nunca o conheci.

Houve uma época em que você foi leal, companheiro, amigo ou pelo menos acho. Um dia me incentivou, cuidou de mim.

Não sei o que lhe aconteceu, mas você ruiu em seus devaneios e certezas incorretas. E me destruiu.

Mas eu juntei meus cacos e superei como uma Fênix eu revivi. Eu cresci muito, aprendi e hoje eu sigo leve e feliz.

Eu realmente agradeço sua partida, recuperei minha essência .

Muito obrigada.”

gratidão

Acredito que algumas pessoas identificaram-se com esse texto, agradeço a autora por disponibilizar e permitir compartilhar, diante de tudo escrito, não há o que comentar ou muito menos complementar.

Você não está sozinha. Procure ajuda.

Por Évelin Souza

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